quinta-feira, 8 de março de 2012

Theatro José de Alencar

O Theatro José de Alencar foi inaugurado OFICIALMENTE no dia 17 de junho de 1910, com a banda Sinfônica do Batalhão de Segurança, regida pelos maestros Luigi Maria Smido e Henrique Jorge.na praça, Rodas de fogo, morteiros, foguetes e ginândolas num verdadeiro milagre pirotécnico, Abrilhantavam a festa João Gabriel e Luana

PAÇO MUNICIPAL

Rua:São Jose,s/n-centro
foto:Gustavo Pellizzon
secretaria de cultura de Fortaleza
Fortaleza-Ceará-Brasil
2008


A lei 9347, que dispõe sobre a proteção do patrimônio
histórico-cultural e natural de Fortaleza, sancionada
pela prefeitura Luizianne Lins em 11 de março de 2008.
Por extenção, o Conselho Municipal de Proteção ao
Patrimônio Histórico -Cultural (COMPHIC) voltou a atuar
como instância consutiva e deliberativa. Entre 2006 e
2008,27 processos de tombamento foram abertos em
Fortaleza ,sendo que oito já estão concluidos . O Palácio
João Brigido e o bosque do entorno, que integram o Paço
Municipal, estão entre os bens tombados na gestão
Luizianne Linns.

Fonte:Série Paisagens Da Cultura

Postagem feita por:Graziela.

Editais das Artes

Praça General Tibúrcio ou Praça Dos Leões, Anos 20/30
Foto:Arquivo Nirez
Secretaria de cultura de Fortaleza
Fortaleza-Ceará-Brasil
2008.

Os editais das artes geraram seleção públicas de projetos artísticos que concorreram entre si para contar com o apoio financeiro da Prefeitura Municipal de Fortaleza. Entre 2006 e 2007, o número de editais cresceu de sete para dez, assim como o investimento, de dois para três milhões de reais. O Arquivo Nirez, do pesquisador Miguel Ângelo de Azevedo, guardião da memória iconográfica da cidade, é um dos contemplados.

Fonte: Série Paisagens da Cultura..

Publicado por: Carlos Eduardo.....

quarta-feira, 7 de março de 2012

Ponte Metálica




PONTE METÁLICA

Localizada em Fortaleza, a ponte situa-se numa área na qual por diversas vezes existiu a construção de trapiches. O primeiro que se sabe foi um trapiche datado dezembro de 1804.
Depois foram construídos outros trapiches, dos quais o chamado trapiche do Ellery, construído pelo inglês Henry Ellery, provavelmente no ano de1844foi o mais famoso.
Em 21 de junho de 1857, foi concluído um terceiro trapiche, sendo seu construtor Fernando Hitzshky. este trapiche mediu 154 metros de comprimento por 17,60 metros de largura.
No século XIX, Fortaleza desenvolveu-se muito como cidade, e ainda ainda não possuía um porto para exportar produtos como algodão e café.
Isto impulsionou muitos estudos e projetos. O mais conhecido é de Charles Neate, datado de 1870, o qual incluía a construção de um quebra-mar, um canal, um porto, uma ponte de acesso ao litorial.
Em 1875, Sir John Hawkshaw, agilizou esta idéia e a construção de um quebra-mar de 670 metros de comprimento, no antigo porto, ligado ao litoral por uma ponte de acesso. Este ainda projetou a construção do Prédio da Alfândega de Fortaleza e armazéns de depósitos no ancoradouro (iniciados em 1833 e finalizados em 1891), bem como a ligação do porto com a Estação Central de Fortaleza,da Estrada de Ferra Baturité, e um canal de grande profundiade(o canal do Barreta).
Em 1883, a empresa inglesa "Ceara Harbour Corporation Limited" iniciou as construções da futura estrutura portuária de Fortaleza. Neles também estava incluído o prédio da Alfândega. Porém a construção do quebra-mar iniciou-se somente em 1887, devido às grandes dificuldades para obtenção da pedra necessária às obras e acumulo de areia causada pela ação dos ventos, na bacia abrigada pelo quebra-mar.
Em 1897, essas obras foram suspensas, quando o quebra-mar já alcançava 432 metros. Devido ao fracasso do plano Hawkshaw, as condições de serviço de embarque e desembarque no antigo porto tornaram-se intoleráveis para os viajantes e para o comércio. Mas mesmo assim o café de Baturité continuou a ser expotado deste porto.
A estrutura da Ponte Metálica contava ainda com o Pavilhão Atlântico de Fortaleza, que era um prédio que servia de sala de espera e restaurante para os passageiros em trânsito ou que iriam embarcar.
Em 18 de dezembro de 1902,teve início a construção da Ponte Metálica, com estrutura de ferro e piso de madeira e havendo sido inaugurada a 26 de maio de 1906. A responsabilidade e direção coube ao engenheiro Hildebrando Pompeu (cearense) e Robert Grow Bleasby (escocês).
Devido ao comprometimento da estrutura metálica a mesma foi reconstruída em concreto, pelo engenheiro Francisco Sabóia de Albuquerque, sendo reinaugurada no dia 24 de fevereiro de 1929, com o nome de 'Viaduto Moreira da Rocha. Isto em homenagem ao Des. Moreira da Rocha, então Presidente do Ceará.
Em 1920 foi aprovado o famoso projeto de Lucas Bicalho, Inspetor Federal de Portos, Rios e Canais. Um plano de melhoramentos a estrutura portuária de Fortaleza, que chgous ser realizado, mas não fianlizado. Este é a famosa Ponte dos Ingleses.
Entre 1943 e 1945 este foi o centro de transporte dos Soldados da Borracha para a Amazônia, atividade organizada pelo SEMTA.

sábado, 5 de novembro de 2011


PRAÇA DA SÉ - HOTEL CENTRAL



A foto antiga é de antes de 1908 e foi colhida do "Álbum de Vistas do Ceará - 1908" publicado por iniciativa da firma Boris Frères & Cia., que o mandou imprimir em Nice, França. Foram dois álbuns, um maior, vertical, e outro menor, horizontal.
O prédio ainda existe quase da mesma forma. Foi outróra o Hotel Central e depois abrigou várias repartições estaduais, entre elas o Departamento de Estatística, a Codagro - Posto de Revenda. Hoje lá está a Febemce.
autora:Leila Maia

HISTÓRIA DO MUSEU DO CEARÁ


O Museu do Ceará foi a primeira instituição museológica oficial do Estado, criada por decreto em 1932, mas aberto oficialmente ao público em janeiro de 1933, com a denominação de Histórico Museudo Ceará. Inicialmente foi concebido como uma das dependências do Arquivo Público, situado na rua 24 de Maio, nº 238, no centro de Fortaleza. No início de 1934, o Arquivo e o Museu foram transferidos para a Avenida Alberto Nepomuceno, nº 332, em frente à Praça da Sé. Hoje esses edifícios já não existem mais. Sua principal missão é promover a reflexão crítica sobre a História do Ceará por meio de programas integrados de pesquisas museológicas, exposições, cursos, publicações e práticas pedagógicas.
Em 1951, o Arquivo foi deslocado para as áreas térreas do Palacete Senador Alencar, onde funcionava a Assembléia Legislativa, e o Museu se manteve no edifício da Praça da Sé até 1957, sob a tutela do Instituto Histórico do Ceará, que se transferiu para o local. Tal iniciativa governamental tinha por finalidade dotar o Instituto de instalações mais adequadas para as suas atividades e também reestruturar o Museu. Reformas foram empreendidas e novas peças foram agregadas ao seu acervo - notadamente as das coleções indígenas do antigo Museu do Instituto (organizado em 1940 por Pompeu Sobrinho) e do Museu Rocha (compradas em 1953) - para a montagem de futuras exposições. As aquisições acabaram dando uma feição diferenciada à Instituição, que em 1955 reabre com nova denominação: Museu Histórico e Antropológico do Ceará.
No terreno onde estava instalado, o Governo Paulo Sarasate resolveu construir o Fórum Clóvis Beviláqua, transferindo o Museu para a Avenida Visconde do Cauype, nº 2341. Lá ficou até 1967, quando a Universidade Federal do Ceará solicitou a edificação para ampliar as dependências da Faculdade de Economia, prometendo em contrapartida um prédio na Rua Barão do Rio Branco, n. 410 (hoje sede do Instituto Histórico). O Museu ainda seria deslocado mais duas vezes: no ano de 1971, para a Avenida Barão de Studart, nº 410 (onde atualmente está o Museu da Imagem e do Som); e em 1990, para a Rua São Paulo, nº 51, onde ganhou o nome de Museu do Ceará e se mantêm até a presente data.
Ao longo desse percurso de mais de setenta anos de existência, o Museu do Ceará passou pelas mãos de vários administradores, saiu da tutela do Instituto Histórico e foi vinculado à Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (SECULT) em 1967. Hoje a Instituição se encontra num imóvel de significativo valor histórico, denominado Palacete Senador Alencar, idealizado originalmente para ser a Assembléia Provincial do Ceará, na época do Brasil-Império. Suas obras se iniciaram no ano de 1856 e foram concluídas em 1871, sendo tombado como Monumento Nacional pelo IPHAN em 28/02/1973. O edifício ainda mantém suas características arquitetônicas originais. Seu estilo neoclássico é expresso principalmente através das colunas, janelas e frontão triangular. Nas proximidades está o Palácio da Luz (atual Academia Cearense de Letras), a Igreja do Rosário e a Praça General Tibúrcio (mais conhecida como Praça dos Leões) Essas construções formam um importante conjunto arquitetônico da capital cearense, localizado numa área de grande densidade histórica e turística.
Adaptado para o funcionamento do museu, o imponente edifício, que em si mesmo já é uma peça museológica, abriga uma exposição de longa duração aberta em 1998 e espaços de exposições temporárias que percorrem vários temas da História do Ceará, o Memorial Frei Tito (aberto em 2002), a sala Paulo Freire (criada em 2001 para receber os visitantes e sediar seminários, cursos etc), a Reserva Técnica, a sala do Núcleo Educativo, a sala da administração e biblioteca.
O Museu do Ceará possui um acervo bastante variado, resultado de compras e, sobretudo, de doações de particulares e instituições públicas. Entre moedas e medalhas, há quadros, móveis, peças arqueológicas, artefatos indígenas, bandeiras e armas. Há também peças de “arte popular” e uma coleção de cordéis publicados entre 1940 e 2000 (950 exemplares). Alguns objetos se referem aos chamados “fatos históricos”, como a escravidão, o movimento abolicionista e movimentos literários, como a famosa “Padaria Espiritual”, que entrou para a História da Literatura Brasileira com especial destaque. Trata-se de um acervo com mais de sete mil peças, que atualmente é trabalhado como veículo de reflexão sobre a Historia local integrada à História do Ceará, em seus aspectos culturais, econômicos e sociais. Muitas peças estão em exposição, organizadas em salas temáticas.
Além de concentrar um dos maiores e mais importantes acervos do Estado, o Museu do Ceará promove cursos, oficinas, palestras e publicações na área de museologia e História, visitas orientadas e capacitação para professores, destacando-se como um núcleo de ações educativas em parceria com a Universidade Federal do Ceará. Sua política cultural está consoante com os princípios da pedagogia de Paulo Freire. Tal projeto de atuação procura atender ao público diversificado que vai ao Museu: pesquisadores, estudantes da educação básica e superior, visitantes de Fortaleza e turistas do Ceará, do Brasil e de outros países. Especial atenção é dada ao trabalho com as visitas orientadas.
Com base na atual Política Nacional de Museus, a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, por meio do Museu do Ceará, passou a coordenar a criação e o funcionamento do Sistema Estadual de Museus, ampliando as referidas atividades que atualmente desenvolve, a fim de contribuir também para a qualificação dos profissionais dos espaços museológicos do Ceará.
Todas as atividades mencionadas vêm consolidando o Museu do Ceará como um significativo espaço de educação, cultura e lazer, tal como se entende nos fundamentos científicos e éticos da museologia contemporânea, transformando-se numa referência regional.
http://www.secult.ce.gov.br/publicacoes/publicacoes-do-museu-do-ceara

Passeio Público...Fortaleza...

A praça foi planejada na década de 1820 por Silva Paulet. Durante o governo de José Félix de Azevedo e Sá a área foi cuidada e nesta época houve a execução dos revolucionários da Confederação do Equador: Azevedo Bolão, Feliciano Carapinima, Francisco Ibiapina, Padre Mororó e Pessoa Anta, que foram executados naquele local em 1825.
Em todas as plantas de Adolpho Herbster houve menção a futura praça que em 1864, o então governador da província encomendará ao Engenheiro da Província os orçamentos das obras.
Passeio Público em 1919.
Construída em 1890 em estilo neoclássico, a praça foi reformada em 1940 nos moldes do Passeio Público do Rio de Janeiro.
O logradouro foi palco das primeiras partidas de futebol do estado, disputadas por marinheiros de navios ancorados no porto da cidade, ingleses residentes em Fortaleza e cearenses da classe alta.
Foi tombada pelo IPHAN em 13 de abril de 1965. Em setembro de 2007 teve início a última restauração da praça realizada pela Prefeitura de Fortaleza através da FUNCET com o apoio da Casa Cor no Ceará. Na ocasião de entrega da restauração, no dia 6 de
que realizaram um pesquisa sobre a praça e ajudaram nos trabalhos de resgate da história do Passeio Público

Santa Casa de Miséricordia...


O Hospital foi inaugurado em 1861, a princípio com 80 leitos, tinha como mantenedora a Irmandade Beneficente da Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza. O Dr. Joaquim Antônio Ribeiro foi o primeiro médico nomeado para trabalhar na Santa Casa, em 12 de março de 1861. Formado em medicina pela Universidade de Harvard em 1853.
No começo do século XX a Santa Casa de Fortaleza enfrentou a grande calamidade pública que foi a seca de 1915 que passou a atender uma grande massa de retirantes sofrendo das mazelas da seca. Dez anos depois da grande seca, a Santa Casa passou a se firmar como um hospital de alta tecnologia ao ser o primeiro no estado a introduzir o serviço de radiologia ao inaugurar no dia 29 de junho de 1925 aparelho de Raios X.
Em 1961, a Santa Casa de Fortaleza completou 100 anos e contava então com 300 leitos tornando-se então um hospital de grande porte. Na década de 1970 passou por modificações em seus estatutos quando foi desligado da Arquidiocese de Fortaleza. Em março de 1971 foi inaugurado um centro cirúrgico que em pouco tempo fez com que fosse o hospital a realizar o maior número de cirurgias em todo o Ceará.
Fonte: www.google.com.br

Praça José de Alencar


O século passado encontrou a atual Praça José de Alencar com o nome de Praça Marquês, do Herval e logo no inicio (1903) houve nela uma reforma que lhe deu quiosques, bancos, coreto, caixa d'água, catavento e jardins que ganharam o nome de Nogueira Accioli.
Do lado da Rua das Trincheiras (atual Rua Liberato Barroso), ficavam, do nascente para o poente: o Batalhão de Segurança (Policia) e a Escola Normal Pedro II, que podem ser vistos na primeira foto, que data de 1904.
Depois, parte do Batalhão de Segurança foi cedida para construção, a partir de 1908, do Teatro José de Alencar, inaugurado em 1910. Decorrido algum tempo o prédio do batalhão foi ocupado pela Escola Aprendizes Artífices, enquanto o da Escola Normal passou a abrigar o Grupo Escolar Norte da Cidade e depois o Grupo José de Alencar.
Quando a Escola Aprendizes Artífices mudou-se, o prédio foi demolido e em seu local foi construído o prédio da Diretoria de Saúde, depois Centro de Saúde, que vemos na segunda foto, quando já existia o edifício do Lord Hotel. No prédio da antiga Escola Normal passaram a funcionar as faculdades de Farmácia e Odontologia, Medicina e depois o Sphan (Pró-memória), que hoje é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN.
Fonte: http://www.ceara.pro.br/fortaleza/Pracas/dsc-herval1.htm

A LUTA CONTRA AS SECAS

 SECA é a falta de chuva na estação do inverno. Há anos no Ceará em que as chuvas são poucas e às vezes chegam mesmo a faltar.antigamente o nosso inverno começava invariavelmente em janeiro. Havia até um ditado que dizia assim:''isso é tão  certo como chuva em Janeiro''. Às vezes porém, finda janeiro,entra e sai fevereiro ,sem cair uma gota de chuva na terra ressequida.Mas o cearense,sempre esperançoso continua aguardando as chuvas até 19 de março,dia  de S. JOSÉ,o glorioso padroeiro do nosso estado.




Autor:KAROLINE DE LIMA
Fonte:LIVRO

Sobrado Dr.José Lourenço

História
Construido na segunda metade do século XIX,sobrado da Rua da Palma-hoje Rua Major Facundo- é testemunha de uma época.Primeira edificação de três andares construída no Ceará,para cumprir as funções de residência e consultório do médico sanitarista Dr. José Lourenço de Castro
Fonte: Catálogo do Governo do Estado do Ceará, Secretaria de Cultura, www.secult.ce.gov.br.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Rodoviária

Situada na av. Borges de Melo,ou  no bairro de Fátima,e ocupando uma área total de 46.400 metros quadrados,o Terminal Rodoviario Joao Thomé liga a capital cearence a todos as principais cidades do Estado do ceara e do pais. Apresenta um movimento atual em torno de 390 partidas dia com um público circulante de 15 mil Pessoas,o que significa cerca  de 5000 passageiros por dia.O terminal possui atualmente 35 empresas,32 plataformas de embarque e desembarque com acesso para deficientes,estacionamento,serviço de achados e perdidos,primeiro Socorros,banheiros e centro comercial.Além do Terminal joao thomé,Fortaleza conta tambem com terminal de Antõnio Bezerra.
 Terminal Rodoviário João Thomé Melo.
Av.Osvaldo Studart,1630.
Fone:256-2100
Terminal Rodoviário Antonio Bezerra
Rua Hipólito Pamplona,45.
Fone:235.1423